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Seminário de Investigação em Museologia dos Países de Língua Portuguesa e Espanhola, I, 2009
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Museus Mineralógicos – Armazéns de Minerais ou Parceiros de Ensino? : Três Museus – Três Perspectivas
Maria Fernanda Daniel Lopes Gomes
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ResumoOs Museus Mineralógicos das Universidades de Lisboa, Coimbra e Porto são três Museus com características muito próprias e que começam cada vez mais a afirmar-se como locais onde se alargam e ilustram conhecimentos na área da Mineralogia, em especial junto de um público jovem, particularmente junto dos alunos do ensino secundário que muitas vezes os visitam pela primeira vez (e em alguns casos com pouca motivação), com os seus professores de Biologia e Geologia. Para a grande maioria dos alunos do ensino secundário, uma visita a um Museu Mineralógico é acompanhada de uma sensação de autêntico deslumbramento porque a primeira impressão causada pelas amostras de minerais expostas é muito forte pelas cores, formas cristalinas e associações que observam. Mas hoje em dia, os Museus Mineralógicos das Universidades Clássicas Portuguesas são mais do que um conjunto de amostras de minerais que se encontram expostas: todos eles integrados em estruturas mais amplas (Museus de História Natural), apostam em exposições temporárias, em colaborações com as Escolas Secundárias, colaboram e fornecem mesmo o seu espaço físico para as tão concorridas Feiras de Minerais. Sendo três instituições com perspectivas museológicas diferentes e específicas de cada um, podendo mesmo considerar-se, de certo modo, complementares, assumem-se, mais do que qualquer outra instituição, como os grandes divulgadores da Mineralogia, particularmente junto das camadas mais jovens da nossa população.
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Data da última atualização: 2013-05-22
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