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Seminario de Investigación en Museología de los Países de Lengua Portuguesa y Española, II, 2010
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Circuitos, instituciones y globalización del arte
Diego Salcedo Fidalgo
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ResumoSe com a autonomia da arte e da estética ficavam claras as fronteiras dicotômicas como arte e cultura, ou arte superior e arte inferior, hoje o assunto resulta menos claro a hibridação, o kitsch, as manifestações criativas naives, entre outros fenômenos, colocam em evidencia que as fronteiras do mundo da arte são muito tênues. Assim sendo, seus problemas se deslocam para outras práticas (comunitárias, econômicas, políticas) e outras disciplinas (antropologia, sociologia, economia, administração). Consequentemente, as perguntas acerca dos circuitos da arte e das instituições adquirem grande relevância para a compreensão deste mundo. O campo de produção criativa, referente não apenas ao artista e sua obra, estende-se em direção às noções de circulação (mercado, museus, galerias); à definição do que é legitimamente artístico (o que circula nos canais hegemônicos e que criações buscam circuitos alternativos?); às condições de possibilidade para a construção do valor artístico. Os discursos sobre o multiculturalismo, a resistência e a concessão de poder a grupos subalternos fragmentam a noção clássica de criador. Ampliando esta definição, o gênero, a raça, a escolha sexual, mediam a definição de noção criativa, trazendo ao centro do debate o conceito de cultura. Desde esta perspectiva, a "arte" é um tipo de produção simbólica e uma prática cultural. Neste contexto, hoje, as noções de pluralidade, nomadismo, alteridade e globalização são cruciais para pensar a arte. Palabras clave: Museu. Circuito. Globalização. Arte
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Last Update: 2013-05-23
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